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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

ZONA DE GLÓRIA, PEDRA DE ESCAPE OU AINDA CAVERNA?



“No reino espiritual não há neutralidade: ou é unção e glória ou poder das trevas”
                                                                                                                                    Deijone do Vale                         


A verdade é sempre libertadora, e só é possível corrigir, aquilo que dispomos confrontar.

E isso significa na maioria das vezes, enfrentarmos a nós mesmos.

Ouça a sua verdade e por mais cruel que pareça, ela te conduzirá a uma intervenção de fato, caso aguente firme e não se desvie da rota.

Muralhas de Jericó?  Se estas caíram é bem possível, que as nossas também, ou você prefere procurar alvos para culpar?

Ah!  entendi... esse é o seu momento mais  escuro?
Caos? Divórcio? Pressão? Fracasso? Rejeição? Abandono? Dúvidas? Finanças? Doenças?... e  por falar em doenças, estamos vivendo em um tempo de vidas longas, de pouca ou nenhuma qualidade.

O drama da longevidade é confrontado com as doenças crônicas como Alzheimer, hipertensão arterial, osteoporose, diabetes, Parkinson, a lista é bem extensa, passando pelo câncer, pelas síndromes senis, neurológicas e degenerativas que margeiam as fronteiras da vida, numa mistura de incapacitações, limitações e perda de autonomia.

A senilidade nos aponta o seu dedo implacável, através das mutações genéticas e à medida que envelhecemos, nossas células vão perdendo o seu potencial de reprodução.

A ocorrência de um acúmulo de mutações de nossos genes, conectam-nos  inevitavelmente com o câncer, em suas mais variadas formas, as demências degenerativas, como o Mal de Alzheimer, que é uma doença basicamente ligada ao envelhecimento, devido ao acúmulo de proteína tau do cérebro e dos beta-amilóide que vão desestruturando o funcionamento cerebral e promovendo uma queda e perda progressiva da memória, em função  da morte neuronal.

Infelizmente a ciência ainda não conseguiu dominar tais doenças, apenas abrandar e transformá-las em crônicas.

Este reino natural expõe nossa humanidade e muitas vezes balança fortemente o barco da vida.

E o reino espiritual? você tem uma definição de propriedade e sucesso para sua existência? Getsemâni? O quê?  Prensa de azeite?

É... uma escolha pode te definir.

Fé? Sem fé sua vida não tem autenticidade e essa verdade é inegável, quer concorde ou não.

Me fale, qual é a largura, profundidade, na qual a sua mente foi ampliada pelas oportunidades, dons, e  talentos que você recebeu?

Lance-se na direção de suas potencialidades e de suas perspectivas, superando-as e avançando em níveis diferentes, tomando posição e colocando-se em um patamar elevado, lugares que somente cabras monteses conseguem galgar.

Este é o lugar para aqueles que não retrocederam e não se recusaram a cumprir o seu propósito de vida, aqueles que consertaram o compasso de seus pés tortos, aleijados, os prováveis “Mefibosetes”, que corajosamente se assentaram à mesa do Rei.

Conheço alguns “Mefibosetes”, estes ultrapassaram seus limites e sabe qual é o segredo?

São ancorados pelo sobrenatural de Deus... uma raça sobrenatural.

Adeus Lo Debar... (terra seca e sem vida, terra do esquecimento, da tristeza e dor). Lo Debar... silêncio, miséria e sofrimento. Lo Debar, adeus! Adeus, Lo Debar!

Alguns vivem em cavernas? É mesmo!? aquelas grandes cavidades rochosas no interior da terra?

Bem, caverna é sempre um lugar surpreendente, lugar de esconderijo, refúgio e novas descobertas.
Mas o que muda mesmo a nossa vida de caverna,  é uma postura de fé e poder de Deus, quando você adentra a zona de glória.

Conhece o homem segundo o coração de Deus?  Caverna de Adulão?

Aquele que esteve no Vale de Eláh (vale das pistacheiras – pistachia palaetina), onde matou o gigante Golias...

Davi!

Agora, Davi está na caverna de Adulão, nada de vitória sobre Golias, nada de sorvete de pistache, aquele verdinho, cheio de betacaroteno e vitamina E, já experimentou? Recomendo.

Davi está na companhia de endividados e amargurados de coração. Que tropa, hem?

Quanta mudança!  Moabe... Bosque de Herete (lugar de renúncia), você já renunciou algumas coisas? 
Queila... deserto de Zife... deserto de Maon...
Você também está no deserto? Lugar árido, hostil e inóspito.

A boa notícia é que no deserto você poderá encontrar o seu oásis.

Quem sabe hoje mesmo, você não encontra a sua Pedra de Escape (onde Saul desistiu de perseguir Davi).

Vá para lugares seguros... En-Gedi?  lá tem vinhas, acácias, aves, animais, palmeiras e fontes de água, ou quem sabe você resolve subir a montanha.

E que tal o Monte Carmelo? (onde Elias desafiou os profetas de Baal e abriu as comportas dos céus para que chovesse).

Monte Carmelo... você poderá encontrar uma esposa, sabia? Uma Abigail, viu? É possível...

Certamente nossas vidas passam por mudanças constantes, novas posições, vitórias e fracassos, tentativas de acertos e erros.

Algo arde dentro de você?

Getsemâni... (jardim das oliveiras... prensa de azeite).

É na pressão da prensa, que a azeitona, o fruto da oliveira, remove o seu amargor característico, e transforma-se no brilhante, maleável  e denso azeite.

O duríssimo milho, sob o fogo da pressão, transmuta-se na maciez e brancura da pipoca.

E nós humanos?

Depois da vida de caverna, desertos, pressão, prensa e provas de fogo, o nosso coração se derrete...  ou endurece.

Você decide... estamos ainda, no reino da Graça.

É comprovado pela neurociência que pessoas que cultivam uma raiva intensa e episódios frequentes de ira, possuem um risco elevado de sofrer infarto, e isso é triplicado duas horas após a crise irada, que provoca enrijecimento dos vasos sanguíneos e sobrecarga no sistema cardiovascular, como aumento no ritmo cardíaco e elevação da pressão arterial.

Fica o alerta: Todo cuidado é pouco com “corações zangados e duros”.

Deijone do Vale
Neuropsicóloga